Desgasta-me. As horas e os dias e meses que não passam. A amarga espera, ácida, que me vai corroendo.
Mas mantenho-me firme, porque nenhum dia dura para sempre e estes também não irão durar.
No final, vou bater as portas atrás de mim... Comigo, só levarei o meu sorriso... Porque na aurora dos novos que virão, reencontrar-me-ei... Já que no entretanto, me perdi. Já não pertenço aqui, a estas pessoas, a estes chãos...
...Agarro-me ao fio de sanidade que resta....
Nesta espera por ti, querido Novembro.
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