Um pedacinho que muitos levaram... Um pedacinho que muitos outros deixaram... E um pedacinho mais que vem de dentro...
domingo, janeiro 27, 2019
Sobre as Martas da vida...
quinta-feira, abril 27, 2017
Questão de tempo.
segunda-feira, dezembro 05, 2016
Silêncios
terça-feira, novembro 22, 2016
Sorrisos...
Acredito que o sorriso é o melhor que podemos guardar das pessoas e o vossos, aqueles, ficarão certamente em pedaços de memória.
Nada é mais gratificante do que ver um sorriso devolvido a uma vida. A uma história.
Encontrei em vós outro brilho no olhar. Outra forma de expressão facial. Linhas contraídas, lábios curvos que perfazem sorrisos.
Encontrei sorrisos em amanhãs de esperança, em pazes feitas com o passado. Encontrei sorrisos de paz.
De harmonia, amizade e gratidão.
Encontrei sorrisos como forma habitual de expressão.
Sorri. De coração cheio. Sorrir, no fim de contas, é também amor.
segunda-feira, setembro 19, 2016
Dias assim...
Há momentos impagáveis na vida e tenho comigo a certeza que, dar o que podemos sem reservas, é um deles.
E embora exista nisto algo de "sonhador", levo comigo hoje a mais pura certeza que o universo me dará o dobro em troca.
domingo, junho 12, 2016
State of mind.
Tenho para mim que cada vez mais são as pessoas que nada nos acrescentam, apenas retiram.
quarta-feira, julho 15, 2015
Dentro da carapaça...
Dos animais, tenho para mim que sou daqueles com carapaça.
Como uma tartaruga. Frágil dentro da sua armadura.
Parto de carapaça às costas e com a cautela necessária, caminho devagar, pondo pé firme se sinto que posso. Passo a passo, na minha estrada, aprecio a vida e o que a rodeia a um ritmo que não acompanha a velocidade das minhas vontades, a grandeza dos meus sonhos.
Embarco em viagens, umas vezes no rumo certo, outras em contra-mão.
Encolho-me quando me pegam pela carapaça, com medo de cair. Nunca sabemos onde a vida nos pode pousar.
Será que as tartarugas sabem?
Quando na "sua praia" conseguem nadar velozmente. E eu, que nem sei nadar, sei que tenho uma tartaruga ninja em mim.
Tenho em mim também parte de um caracol, que onde quer que vá leva a casa às costas. Dizem que no fim de contas, casa é onde o coração está. Gosto de pensar que o tenho comigo, umas vezes no peito, outras... Sei lá.
Será que os caracóis também carregam o coração às costas?
Além dos que faço no cabelo, naturalmente ou porque os enrolo, gosto de caracóis.
A vida é tão melhor quando nos enrolamos. Quando abraçamos os sonhos com alma, as pessoas, quando nos entrelaçamos nas coisas, com o coração. Quando nos "babamos" de mimo. Quando deixamos os outros "babados".
E se eu fosse um caracol, andaria sempre com "corninhos ao sol". À chuva também. A vida é tão melhor fora da carapaça, sabiam caracóis?
Tenho também em mim um ouriço-cacheiro, que de sua natureza, não picam por ataque, apenas por defesa.
Pico por brincadeira, e por vezes acabo picada na teia.
Pico quando me irrito, quando desconfio, quando me sinto em perigo.
E o que levo de hoje, é que entre passos lentos ou baba e ranho que choro e picos no caminho que piso, tenho debaixo da carapaça, todo o meu tesouro.